Eis você, com essa sua presença quase constante.
Eis você, com seus avisos onipresentes que prefiro não escutar.
Eis você, com sua presença somente em minha mente, me lembrando dos perigos da vida.
Avisos que prefiro não escutar. Porque sentir o silêncio da sua ausência é mais do que posso suportar.
Então eu me anulo. Como antes.
Tudo mudou e nada mudou.
Você se foi, com um pedaço de mim, e às vezes parece que é pra sempre.
Você se foi, sem saber quem é (sem julgamentos), e parece que é pra sempre.
Fui apenas uma página de um livro há muito esquecido.
Se acho sábio dizer isso tudo?
Não.
Mas sonhar não é sábio.
Eis você, com sua presença somente em minha mente, me lembrando dos perigos da vida.
Avisos que prefiro não escutar. Porque sentir o silêncio da sua ausência é mais do que posso suportar.
Então eu me anulo. Como antes.
Tudo mudou e nada mudou.
Você se foi, com um pedaço de mim, e às vezes parece que é pra sempre.
Você se foi, sem saber quem é (sem julgamentos), e parece que é pra sempre.
Fui apenas uma página de um livro há muito esquecido.
Se acho sábio dizer isso tudo?
Não.
Mas sonhar não é sábio.
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