sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Qual é o preço da mudança?

Expectativas são sempre difíceis, porque raramente elas são preenchidas de acordo. Mas me pergunto se é errado esperar o mínimo: respeito.
Se não podemos confiar nem mesmo em quem se gosta, em quem se estima, pra que existe a palavra confiança então?
O triste é que algumas mudanças (não sei se necessárias) chegam, alheias à nossa vontade. 
O que se faz? Qual é o preço da mudança? E quem paga por ela?

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Bem-vindos à Zumbilândia!

A cabeça parece se mexer sozinha. Procurando, sempre procurando. E quando encontra, um gelo percorre a espinha. Uma vontade de correr mais rápido do que o vento. Um desejo contrário também se manifesta. Ir ao encontro. Entre sentimentos tão opostos, impera a estática. Permanecer parada. Como se apenas assim o T-Rex não me visse.
Transformo-me, então, em um zumbi. Arrastando sua carcaça por aí. Em busca de algo que ainda é inominável, que sempre foi inefável. Em busca de algo que julgo que todo o esforço mental não é suficiente, pois não é assim que as coisas são.
Sonho em voltar à calmaria. Rodando, rodando, na calmaria do oceano equatorial. Rodando, sem brisa, sem vento pra me levar a lugar algum. Rodando, apenas presa em minha habitual loucura. 
Sonho. Porque sonhar ainda me permito.

Trago

O último trago, dizia para si mesmo há três doses. O último era sempre o próximo. E o outro. Se parasse, pensaria. Se pensasse, lembraria. E...