O som do silêncio não existe. É o som do não-há. É o ruído que eu ouço quando a sua ausência se faz presente.
Tudo isso porque meu corpo já não me pertence. Ele é o templo onde nosso amor, não, onde o meu amor nunca foi abençoado. E o templo é somente ruínas.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
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Trago
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