quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

E o pensamento...


Palavras que voam ao vento, onde está meu pensamento??
Ele está junto ao meu coração...
Blá, que papo mais meloso!
Meu pensamento é como uma criança hiperativa, que não se prende a nada. A não ser pelas idéias fixas. Ah, as idéias fixas são o meu calcanhar de Aquiles!
Eu sei o que quero. Isso não muda o fato de que faço pouco ou quase nada por isso.
A par disso, vou pensando e sonhando. E escrevendo. Quem sabe alguém ainda me encontra??
Escrever aqui é como lançar garrafas de mensagens ao mar.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Confusão: garanta agora a sua!

Estive pensando em algumas coisa que você me disse um tempo atrás. Tantas vezes o que digo, o que faço, o que penso e o que sinto diferem muito entre si. Isso quer dizer exatamente o quê? Sou uma confusão ambulante.
Ouvi desses seus lábios: "você é maluca". Nunca neguei. Imagino que seja algo muito curioso tentar me entender (eu e minhas viagens ególatras!). Isso tudo pra dizer, desabafar na verdade, o que se passa por baixo da minha máscara insensível. Não canso de frisar o insensível. Acho que nunca poderei esquecer aquelas palavras "ela é mesmo insensível, tem uma pedra de gelo no lugar do coração".
Continuando a parte do desabafo. Não sei se alguma vez você, o único que me importa na verdade, chegou a ler este simplório blog. Mas eu preciso colocar para fora, no mundo. Algo que sempre me foi tão difícil! Faz parte da minha auto-terapia. (Quantas digressões!). Ah, tanta enrolação para dizer o mais simples! Bem vindo à novela da minha vida!
Enquanto as letras se vão eu reuno coragem para dizer o necessário.
Então, aqui vão as respostas para suas perguntas não respondidas. Ou ao menos tentativas de respostas
"Por que você fica com todo mundo?"
Eu não fico com todo mundo. Mas dar esta impressão é algo valioso para quem quer demonstrar indiferença. Coisa que eu já pratiquei demais. E é meio viciante, diga-se de passagem. Além de indiferença, demonstra independência, poder sedutor, auto confiança. Qualidades que eu tenho um pouco menos do que demonstro.
"O que você quer de mim?"
Ah, esta é a mais torturante de responder! Como eu quero desviar desta! E eu quero tantas coisas! Meu segundo impulso (porque o primeiro é basicamente físico) é desvendar o mistério que é esta sua mente. Além da atração física descomunal (posso falar apenas da minha parte), o que se passa na sua cabeça me interessa tanto, que até me assusto! E junto a esses dois interesses, bem, calhou de vir o terceiro e mais irritante fator: o emocional. Você nem tem idéia do que eu faria para extirpar todos estes interesses de dentro de mim. Sobretudo o emocional. Você me incomoda, me irrita. Daquela maneira perigosa. Tenho medo de perder o pouco controle, e auto controle que me resta. Não consigo falar do emocional mais abertamente. É um processo lento. Bem, ao menos eu disse alguma coisa. Foi melhor do que o "nada" que respondi naquele dia. Você deveria aprender que não respondo bem a conflitos.
Agora, as desculpas:
Desculpe-me pelas palhaçadas. Elas foram freqüentes logo que nos conhecemos devido ao meu prazer sado-masoquista de causar ciúmes. As palhaçadas foram uma tentativa de estabelecer meu controle sobre você. E é claro, você não se submeteu. Eu não o respeitaria se tivesse se tornado submisso. E me atrevo a afirmar que naquele "quem manda aqui?" que eu ouvi, você não me respeitaria se eu dissesse "você". A não ser que viesse seguido de uma risada.
Sim, eu tenho uma grande boca, falo demais. Tenho me controlado, se você se deu ao trabalho de reparar. Porque de fato é incoveniente, quando se mora numa cidade pequena.
E, no fim das contas, que declaração maior você queria do que um "eu te odeio" no meio da noite?

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Ah, essa confusão que é o ser humano!



Como descrever a sensação que me toma quando estou com você? A mesma força que me atrai, me repele. E meu instinto grita: "Corra! O mais rápido que puder!". E ainda assim é tão irresistível poder tocá-lo. E o medo me invade quando posso de fato encostar em você. Tudo que posso definir com certeza - pois as sensações são tão confusas - é o medo dessa emoção forte que se apodera de mim. Tudo isto quando eu o vejo. E é por isso que mal consigo dirigir a palavra a você.

Trago

O último trago, dizia para si mesmo há três doses. O último era sempre o próximo. E o outro. Se parasse, pensaria. Se pensasse, lembraria. E...