quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O bom guerreiro

O golpe final é um rito de passagem. E para um guerreiro merecedor, o golpe final deve ser dado com misericódia.
E para o guerreiro sem código, ou com o código de honra deturpado? O que faz um guerreiro honrado ao se deparar com um inimigo imoral? Deve ele baixar-se ao ponto do mau lutador? Ou deve erguer-se, como a águia, sobressair-se através da inteligência? A estratégia faz-se necessária.
O bom guerreiro deve, acima de tudo, lutar contra a injustiça. Ainda mais quando a injustiça foi realizada contra seu clã.
O bom guerreiro conhece o olhar do Adversário, porque eles se enfrentam há milhares de anos. O balanço de poder gera o equilíbrio de forças. Mas o Adversário é ardiloso, e coloca veneno na ponta de sua espada. O bom guerreiro pode perecer, contudo leva consigo seu Adversário, dando-lhe seu próprio veneno quando o Adversário se aproxima para vangloriar-se de sua pírrica vitória.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O enigma da bipolaridade

Querer x não querer: questão de 2009

Querern x dever: questão de 2010


O futuro é sempre uma incógnita. Como eu poderia saber tantos dos resultados que obtive? É a chamada sorte. Eu não a chamo de azar. Algumas situações findam abruptamente, quando o fim é chegado. Outras tantas retornam, assim como o karma, para a esfera de assuntos não resolvidos.
Anseio sim, mas o equilíbrio faz-se necessário. Seu olhar tem milhares de anos, e disto tenho certeza.
Assim seja.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Fim de um ciclo

Fim de ciclo, fim de fase. É o momento em que as decisões tomadas começam a se realizar, em que as dúvidas finais são colocadas na balança, e tudo pelo que se lutou é posto à prova.
Sei o que quero. Mas quanto eu desejo, a intensidade do querer versus os sacrifícios, eis a questão.


"All the world's a stage,
And all the men and women merely players;
They have their exits and their entrances,
And one man in his time plays many parts"
Shakespeare

Trago

O último trago, dizia para si mesmo há três doses. O último era sempre o próximo. E o outro. Se parasse, pensaria. Se pensasse, lembraria. E...