Hoje pensei "em voz alta" sobre o assunto pela primeira vez. Com sinceridade.
Descobri o que me incomodava tanto na situação de uma amiga. E então me deparei com a minha inveja. O problema era/sou eu. Uma parte de mim quer o que ela terá. Uma parte de mim quer uma Tuchi segurando meus dedos com sua pequenina mão, alguém que olha com amor incondicional pelo simples fato de você existir.
Mas outra parte, realista, pensa nas dificuldades. Na minha caminhada que sempre me pareceu tão mais lenta do que de outras pessoas. Essa parte argumenta que ainda é cedo (ou tarde demais). Que outros planos têm preferência em sua realização.
E me lembro da ternura daquela mãozinha confiante que pegou na minha, e aceitou que eu a conduzisse por alguns passos.