Ouvindo o rock (quase punk, quase pesado) de um hino adolescêntico de paixão, ou o rock (industrial, pesaroso, dos anos 80) de um hino psicopático/amoroso, sinto-me transportar para tantos meses atrás.
O sabor do revisitado. O sabor do maracujá (passion fruit), doce e ácido ao mesmo tempo. Não deixo de sorrir. Aquele foi o início do fim para uma velha e habitual persona.
Quebrou tudo ao redor antes de ir. Se eu mesma não destruí o que putrefava, o trabalho coube a outrem.
Então que venha o caos da revolução! Que venha o caos dos novos/velhos valores. Que venha a coragem para ser, acordada neste ambiente tão obscuro quanto educativo que é a vida universitária ouropretana.
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