Orbes que me arrastam, me sugam, me atraem como imãs, e sinto entrarem nos cantos mais escusos, perscrutando a natureza da matéria que me compõe.
Uma força nua que me chama, um rato seguindo um encantador flautista. E, incrivelmente, não sinto medo de seguir as notas melódicas.
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