Olha fundo dentro da sombra. Mira de frente o abismo. Ele olha de volta. Profundamente. Revira a sua alma. Acorda seus demônios. Coloca todos para trabalhar ao mesmo tempo.
Você, capitão da minha alma, pode ter domado muitos dos meus demônios com sua alma dourada. Mas a tristeza ainda está aqui. Tem morada cativa. Transforma coisas pequenas em catástrofes.
Como um botão com hora marcada para ser ativado, ela surge. Um movimento em falso e ela me domina. Às vezes minutos. Às vezes horas.
E então, como ela veio, ela passa. Como uma chuva torrencial de fim de verão.
Deixa os estragos para trás. Quem sobreviveu que conserte o que restou.
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