O tempo estava parado na terra do nunca. E é por isso que não havia um outro dia. Era o sádico reprise do mesmo dia, que parecia piorar a cada retorno.
E após uma temporada no limbo, que hoje vejo como de fato necessária, a cortina se abre e posso ver a plateia, o cenário, o diretor.
Existem outros dias. Aqui, onde o tempo segue seu curso. Aqui, onde encontrei meu lar, do outro lado da montanha.
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